sábado, 20 de março de 2010

Aulas no Instituto de Medicina Social...

...o debate circula nas críticas sobre o excesso de medicalizaçao... as Indústrias farmacêuticas....bla,bla....mas o foco é no questionamento sobre qual o motivo (qual o motivo?) pelo qual NÃO devemos tomar remédios....? naturalmente que o debate entende como básico a fato de termos responsabilidade e bom senso...e a questão é: se existe remédios que nos faça ficar mais atentos, menos ansiosos, menos depressivos, isso levando em conta a sensação de sofrimento do sujeito e não categorias classificatórias, ok? por qual motivo não posso tomar remédio pra um mal estar existencial...na mesma ``mão``de discussão o contraponto de discutir qual o motivo que nos fazer a creditar que um surdo TEM que escutar, ou um autista tem uma disfunção neurológica quando este diz (quando pode) que NÃO quer ser diferente, não quer ser `` tratado`` ELE tem o direito de ser diferente? e o surdo ,tem direito de continuar surdo? o SUS autoriza amputação de pênis....considera doença o transexualismo, por isso autoria a cirurgia gratuita (atravessando os vetores políticos dessa autorização) o sujeito tem o direito de``furar``sua biologia e adequar sua condição técnico-cultural? Isso num é um assujeitamento? num sei....sobre o remédio....eu tomo pra dor de cabeça, cólica....acho melhor não dizer todos que tomo não, a tal de dona moral riscou sua espada no meu pescoço, chega sangrou! ai! tem um mertiolate, uma xilocaína por ai?

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